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Sem vídeo por enquanto; quando existir registro para esta música, ele entra neste espaço.
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Imprensa MarromVersão em evolução autoral, com regravação prevista de voz e de trilhas selecionadas.
Composição sobre idealismo, inconformismo e a necessidade de lutar mesmo quando a causa parece improvável ou até equivocada. A música defende o impulso nobre de quem insiste em agir, em vez de aceitar o conforto do conformismo.
Registro original na Imprensa Marrom, 1993; outras versões e produção entram na medida em que a faixa avança aqui.
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Áudio
Versão em evolução autoral, com regravação prevista de voz e de trilhas selecionadas.
Letra e cifra
G(9) G(9/#11) Gm6 G C/E C(#11)/E Cm G
G G(#11) Em7 C Am Eb D4 D
G G(#11) É preciso de fé pra lutar
Em7 CE nenhuma pra se conformar
Am Eb D4 DÉ preciso lutar sempre a todo momento
G G(#11) Lutar até com moinhos de vento
Em7 C Sancho Pança não traz esperança
Am É preciso gritar
Eb D Não! Não, não, não!
G G(9/#11) C G Ou a história continua
Am C Do povinho que se acostuma
Cm G E não luta por coisa nenhuma
G G(9/#11) C G Ou a história continua
Am C Do povinho que se acostuma
Cm G E não luta por coisa nenhuma
G G(#11) É preciso de fé para lutar
Em7 C E nenhuma para se conformar
Am Eb D4 DÉ preciso lutar sempre a todo momento
G G(#11) Lutar até com moinhos de vento
Em7 C Sancho Pança não traz esperança
Am Eu preciso gritar
Eb D7 Não! Não, não, não!
G G(9/#11) C G Ou a história continua
Am C Do povinho que se acostuma
Cm G E não luta por coisa nenhuma
G G(9/#11) C G Ou a história continua
Am C Do povinho que se acostuma
Cm G E não luta por coisa nenhuma
A B F#m D
Bm7 F E4 E
A A(#11) É preciso de fé para lutar
F#m7 D Que fé sem obras não há!
Bm7 E daí se eu tiver que errar e errar
F E4 EQuem vai me condenar?
A A(#11) É quem me enche a pança só de esperança
F#m7 D Quem me engana e trata como criança
Bm7 Eu preciso gritar
F E7 Não! Não, não, não!
A A(#11) D AOu a história continua
Bm7 Do povinho que se acostuma
D A E não luta por coisa nenhuma
Grita Brasil!
A A(#11) D A Ou a história continua
Bm7 Do povinho que se acostuma
D A E não luta por coisa nenhuma
A A(#11) D A Ou a história continua
Bm7 Do povinho que se acostuma
D E não luta por coisa nenhuma
Análise Harmônica Feita por IA
Construída inicialmente em Sol maior (G), a música foge do lugar-comum logo na introdução ao combinar tensões lídias (G(9/#11) e C(#11)/E em primeira inversão) com empréstimos do modo menor homônimo (Gm6 e Cm). Essa alternância entre a abertura luminosa da 11ª aumentada (#11) e o peso melancólico da subdominante menor (C → Cm → G em "E não luta por coisa nenhuma") traduz musicalmente o embate entre o idealismo quixotesco e a resignação coletiva. Nos versos, o protesto ganha urgência dramática quando a progressão abandona o caminho diatônico e salta para o sexto grau bemol antes da dominante (Am → Eb → D4 → D), criando um choque cromático incisivo exatamente no grito de "Não!".
Na segunda metade, a canção realiza uma modulação ascendente de um tom inteiro para Lá maior (A), preparada durante o solo instrumental (A – B – F#m – D) e consolidada pela nova cadência de tensão (Bm7 → F → E4 → E). Ao transportar toda a arquitetura — incluindo o colorido de A(#11) e o impacto do acorde emprestado F sobre a dominante E7 — para uma região mais aguda, a harmonia eleva a temperatura emocional da faixa sem precisar alterar o motivo melódico, fazendo a própria estrutura tonal impulsionar o clímax final.
Origem da obra
Gravada no LP Imprensa Marrom, 1993.
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Créditos da versão original
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